Deputado Estadual Durval Ângelo

Nossa Contagem

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Contagem e Uberlândia lideraram o crescimento econômico em Minas no período 2005 a 2012 (governo Marília Campos)


O IBGE só divulga os dados do Produto Interno Bruto – PIB dos Municípios com dois anos de atraso. Somente no final do ano passado tivemos acesso aos dados fechados do período do governo Marília Campos em Contagem, de 2005 a 2012. Os dados mostram claramente que a cidade viveu uma situação histórica, liderando ao lado de Uberlândia o crescimento da economia dentre os 12 maiores municípios mineiros. Contagem cresceu ainda acima das médias de Minas Gerais e do Brasil, que também cresceram a taxas elevadas. Veja a tabela a seguir.

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Como pode ser visto na tabela, o crescimento nominal do PIB dos municípios foi em Uberlândia (151%) e Contagem (143%), superior ao crescimento de Minas (128%) e do Brasil (126%). Em seguida vieram Montes Claros (137%), Sete Lagoas (126%), Uberaba (125%), Santa Luzia (117%). Em um bloco com crescimento um pouco menor ficou  Belo Horizonte (114%), Betim (114%), Juiz de Fora (106%), Governador Valadares (102%), Divinópolis (98%). Numa situação muito preocupante ficou Ipatinga (55%), o que indica uma enorme estagnação da cidade.

Crescimento é fruto de uma convergência mais ampla

Quem acompanha os meus trabalhos analíticos de Contagem sabe muito bem que nunca sustentei uma visão mesquinha e bairrista da economia contagense na defesa da prefeita Marília Campos. Marília também escreveu um artigo para O Tempo Contagem onde sustentou uma visão mais abrangente da economia local: “O crescimento econômico, é preciso reconhecer, é fruto de um esforço mais amplo que envolve o governo federal, os governos estaduais, as prefeituras, os empresários e os trabalhadores. Meu governo fez a sua parte para impulsionar o crescimento da economia local. Este enorme esforço foi reconhecido pela população de Contagem, que nos deu 80% de aprovação ao final de meu governo. O desafio, portanto, não é “retomar o crescimento”, mas sim “continuar o crescimento” de Contagem nos próximos anos”.

Não se pode menosprezar também os impasses da economia brasileira nos anos recentes, que não podem ser revertidos pela Prefeitura, que tem poucos instrumentos de política econômica para influenciar a economia local.

Aqueles de sustentaram uma visão arrogante de que Contagem no governo Marília Campos atravessou um período de estagnação da economia e que a cidade iria “retomar o crescimento nos anos seguintes” estão devendo uma explicação sobre a situação econômica da cidade, que deixou de gerar empregos e se transformou na quinta cidade que mais fechou empregos formais em todo o Brasil.